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Pesquisa indica que taxa de desemprego de SC subiu para 9%

Publicado por | 3 de abril de 2020 | Notícias

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Uma das notícias econômicas importantes da semana foi o resultado da pesquisa do Sebrae/SC sobre o impacto da crise do coronavírus nas micro e pequenas empresas catarinenses, divulgada nesta quinta-feira. O levantamento estimou que durante as duas primeiras semanas do isolamento social, 148 mil trabalhadores perderam o emprego no Estado. Essa redução de postos de trabalho elevou a taxa de desemprego de SC de 5,8% (dado do IBGE do terceiro trimestre de 2019 ) para 9%. Naquele período, Santa Catarina tinha 220 mil desempregados e agora estaria com 368 mil, explicou o diretor técnico do Sebrae, Luc Pinheiro.

A força de trabalho de Santa Catarina é de 3,841 milhões de pessoas e desse total, no final do terceiro trimestre do ano passado, 3,619 milhões estavam ocupadas.

A pesquisa do Sebrae apurou que do total de aproximadamente 330.470 micro e pequenas empresas do Estado, 19,7% demitiram dois trabalhadores em média. Isto significa que de cada 10 empresas, oito estão mantendo os postos de trabalho e esperando a crise passar, observou o diretor.

Ainda segundo o levantamento, todas as regiões tiveram demissões. Os percentuais mais elevados foram no Planalto Serrano (22,83%), Sul do Estado (22,82%) e Foz do Itajaí (22,81%). As regiões do Vale do Itajaí, Oeste, Meio-Oeste, Norte e Grande Florianópolis tiveram variação entre 19,83% e 16,27%. O impacto menor foi no Extremo-Oeste, com 15,27%.

MP do emprego

Essas decisões das empresas de desligar empregados foram tomadas antes da divulgação da MP do emprego, na última quarta-feira (1°), que oferece alternativa para os empregadores manterem o emprego durante a pior fase da pandemia. As opções são redução de jornada e de salário, suspensão de contrato de trabalho por até 60 dias e garantia provisória de emprego.

As empresas estão avaliando as alternativas e cada uma deve adotar de acordo com as suas condições e necessidades. Mas como a MP saiu em cima da hora, é possível que até o trabalhador receber tudo, vai demorar mais do que o quinto dia útil do mês, que é terça-feira, 7 de abril.

Via: NSCTOTAL

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